Caderno de rascunhos

Este blog foi escrito de 2016 a 2018 antes de migrar para o Sapo Blogs. Hoje em dia, funciona como um caderno de rascunhos e memórias. Antes, chamou-se ''Ponto de Encontro''.

LGBT

Eu sou heterossexual e, apesar desta luta não ser minha,queria deixar a minha opinião mais séria e honesta possível sobre o assunto.Não vou dizer que nunca me ri, comentei, fiz mexerico ou achei estranho ter umaopção sexual diferente. Também não vou dizer que não há novas opções sexuais,pelo menos, só agora é que se fala mais disso, que não me criem um pouco deconfusão e que compreendo totalmente, como é o caso da ecossexualidade e do poliamore admito que, penso que a ecossexualidade tenha por base, doença e que não vejoo poliamor como opção sexual mas sim, como uma forma de trair sem se sentiremmal por isso ou um desvaneio qualquer. Eu não compreendo na sua totalidade, masaceito as opções dos outros. E, independente do que eu aceito ou deixo deaceitar, um dos meus lemas de vida (tenho alguns) é desde que não prejudiquemninguém, que sejam felizes.
A sério, que tem? Se uma mulher quer ter uma namorada em vez de um namorado depois de tertido um namorado, ou se um homem é gay ou bissexual, prefere vestir-se comroupas femininas, uma pessoa opta por mudar de sexo, ou alguém decide viver demaneira diferente?! Que tem? Repito, não entendo com clareza todos osconceitos, mas entendo um pouco do que é ser diferente num mundo de iguais. E,AO CONTRÁRIO, do que muitas pessoas dizem, eu não considero que seja umaepidemia. Ter uma orientação sexual ou optar por um modo de vida diferente nãoestá diagnosticado como doença e, muito menos, é contagiante. Aheterossexualidade não é já uma raridade. Continua a ser uma opção sexual comoas outras, penso eu. E acho que quem tem esse discurso de ''epidemia'' e''raridade'' relativamente às orientações sexuais é porque tem medo que algumacoisa lhe pegue. Não é verdade? Eu cá sei que sou heterossexual e sei muito bemquais são as minhas opções de vida, logo não me importo se a comunidade LGBTTestá aumentando. O que está diminuindo é o preconceito das pessoas sobre simesmas, o medo e a insegurança sobre o que é que os outros vão dizer e pensar.E isso ótimo! Já chega de viver fechados na caverna, como dantes. Como se ouvia:'' tal homem viveu casado 15 anos com uma mulher, gostando de homens e depoisse suicidou por não suportar mais a sua vida''. Que é isso? Que horror! Não émais fácil assumirem-se como são, quem são e como querem viver? Não é maisfácil ser-se feliz? Estão a matar? A magoar? A prejudicar? Não, pois não? Entãosejam felizes! Não é vergonha. Vergonha é encontrar um casal qualquer na ruaaos amassos descaradamente, quase despidos... e não é por serem gays oulésbicas... é vergonha para todos. Vergonha é um padre não deixar que umapessoa com opção diferente entrar numa igreja e participar na religião, em nomede Deus. Isso sim, é que é uma vergonha. Vergonha é usar o nome de Deus parafazer guerras absurdas, maltratar pessoas, idosos e crianças. Amar não évergonha, é bênção de Deus. E Deus é de todos que o querem e daqueles que não oquerem também. O mundo é multicolor. Mesmo que não se entenda muito bem ooutro, como eu disse, não compreendo tudo sobre isso, mas respeitemo-nos eaceitemos que é uma realidade. Pronto, não custa. De resto, penso que também hápessoas que exageram, assumem e fazem tudo, sem rei nem roque... sem controle econsciência porque ''está na moda''.

Optar por ser diferente, mostrar que se o é para serfeliz é o maior ato de coragem e amor que há na terra! Ser feliz é natural.

Desde que não se prejudique ninguém, sejamos felizes! Semlágrimas nem sangue!

Imagem do Google Imagens




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