Nós não gostamos de muita gente e muita gente não gostade nós por causa da maioria: se a maioria das pessoas com quem estamos,andamos, do meio onde estamos inseridos não gosta, nós também não. Se essamaioria gosta, nós também gostamos. A maioria ou uma determinada pessoainfluente... mas quando ficamos sozinhos, embora não concordemos com algumasatitudes e ações dessa ''muita gente'', damos connosco a pensar, que apesar detudo não temos nada contra e até gostamos das pessoas, mas concluímos que émelhor deixar como está, porque se A e B sabem, ficam contra nós também epodemos ter problemas... por isso é melhor imitar os outros porque serdiferente é algo assustador. E vamos seguindo assim, sendo membros das outraspessoas e não pessoas realmente. Mas, membros superiores ou inferiores?Passamos mais de 50% da nossa vida a ter as mesmas opiniões dos outros, a teros seus princípios, a gostar do que eles gostam, a ouvir o que eles ouvem, adizer o que eles dizem... a falar como eles e a ser o que os outros são. Nósmesmos, não existimos.Somos um bando de franguinhos influenciáveis. E mais... nós passamosmais 40% do nosso tempo a não gostar das pessoas, a ter ''coisas'' contra elas,a falar mal delas, a olhá-las de lado, a rir-nos delas por influência dosoutros. Ou seja, usamos muito mal o nosso tempo, desperdiçamo-lo em vez deaproveitamo-lo uns com os outros.
É natural haver conflitos e pontos de discordância entreas pessoas, mas não é preciso ir ao extremo das situações, criar um motimcontra ninguém e fazer de tudo uma guerra mundial.
Até quando seremos macacos de imitação? Capachos dasociedade, da maioria?
Pois... que se lixem os outros, os seus princípios,gostos, o que pensam, as suas opiniões... lembremo-nos que quando uma ou váriaspessoas tentam fazer com que os outros sejam como elas é porque são fracas emedíocres e precisam que alguns palhaços deem a cara por elas.
Sejamos mais nós mesmos e menos os outros. Deixemos quecada um resolva os seus problemas, mesmo que tenhamos a nossa opinião (temossempre), não precisamos de a manifestar a toda a hora, muito menos, se não nos diz respeito.Sejamos diferentes. Deixemo-nos de lados e fiquemos no meio de todos. Tenhamosvoz, sim, mas só com que é connosco. Pode demorar, ser doloroso mas um diachegaremos lá. Eu acredito.
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