Em casa dos meus pais, sou a filha deles, ''o amorpequenino'' como o meu pai me chama ou ''o braço direito'' segundo a minha mãe,em casa da minha avó, sou a neta dela, ''a nina'' e tenho que comer, comer,comer e.… comer.... ah, espera... comer, comer, comer, comer. Com os meus tios,sou a sobrinha deles, ''a nica'' ou ''sobrinha!''. Já com os meus amigos,bem... sou ''tola'', ''parvaaaaa'', ''porta-chaves'', ''linda', ''brava'',''pinarreta''... para quem não conheço, sou a Dina ou a Dina Coelho. E, quandoestou interessada em alguém ou amo, sou mulher!
Simples assim... Não confundem! Isso não tem nada a vercom idade ou maturidade, preparação ou ingenuidade. Ou até mesmo, com verdadeou falsidade. Tem sim a ver com os papéis que desempenhamos na nossa vida, umasvezes meninos do papá e da mamã, outras, os ''eternos'' adolescentes, malucoscom os nossos amigos, as pessoas responsáveis quando as situações assim oexigem e as mulheres e os homens que somos quando o coração fala mais alto. Nãofiquem pelas primeiras impressões, tirem as dúvidas e tenham segundas eterceiras impressões. Olhem... apesar de tudo estar escrito (eu acredito), àsvezes perdemos grandes oportunidades de conhecer pessoas que poderiam ficar parasempre na nossa vida. O que não será amor, poderá ser amizade, pelo menos, teráalgum impacto na nossa vida. Tudo influência a nossa vida. Atrevam-se aconhecer para lá das primeiras impressões, de aparências, de condições, deorigens, cores e escolhas de vida, do que ouvem e do que é dito. Trabalhem delado a lado com o destino, ele existe, porém, nós temos de escrever a nossahistória também. Podem-me chamar de tola, mas eu acredito que essas forçastodas existem: Deus, Natureza, destino, Universo, etc.… e que temos detrabalhar em conjunto com elas.
'bora lá?
Atreve-te! Conhece! Vive! E.... ama muito! Quebrabarreiras!